RESPM-20 anos
propaganda Revista da ESPM | julho/agostode 2014 170 1. Fujadas ações comoditizadas “Nãoémaisnovidade falarqueos investimentosmensuráveisemcomuni- cação tendema aumentar suaparticipaçãonos budgets dos anunciantes. A propaganda tradicional vai continuar a existir por muitíssimo tempo neste país, o que não significa que não tenha de ser mais abrangente, mais eficaz, maismobilizadora e, se possível, mensurável. OBrasil tem agências espetaculares, mas uma criatividade ‘comoditizada’. Assim, a atitude das agências e de seus líderes tende a ser cada vezmais relevante no relacionamento comos anunciantes. Cabe à comunicação gerar inte- ração e experiência de marca. Novas tecnologias surgem todos os dias, compromessas surpreendentes.Mas apenas tecnologianãobasta. Épre- ciso ter inteligênciaestratégica comobase. As redes sociais, por exemplo, vão perder força casonão entendamque page views e engajamentonada significam, se não resultarememvenda e ativação.” Antonio Fadiga, sócio e CEO da Artplan São Paulo 2. Fale sempre a verdade “Propaganda já foi sinônimo demarketing. Hoje é apenas uma ferramenta que vende, desde que a mensagem seja clara e verdadeira. No século pas- sado,sósepodiareclamardealgumapromessamentirosapormeiodaspági- nas de jornais, a resposta demorava semanas e quando vinha era apenas outrapropagandamentirosa. Comoconsumidor nocomando, acoisahoje mudou: se algumapromessanão for cumprida, a reclamaçãovai parar nas redes sociaiseocaos se instalanagestãodemarca. ComodizPhilipKotler: ‘Asnecessidades existemantesdosprofissionaisdemarketing, quenãoas criam, apenas influenciamdesejos.Mais importanteéperceber paraonde seus clientes estão indo e chegar lá primeiro’. As formas de comunicação do século 21 terão de falar, escutar, responder, escutar novamente, falar e mudar se for o caso. Nada será como antes.” Décio Clemente, presidente da Dclemente & Associados ublicidade
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