RESPM-20 anos

globalização Revista da ESPM | julho/agostode 2014 48 de comércio de escopo abrangente e disciplinas exi- gentes emáreas como propriedade intelectual, política da concorrência e movimento de capitais. Na atual conjuntura econômica brasileira, a combina- ção de políticas requerida para a recuperação da compe- titividade e para estimular amaior emelhor inserção do país no comércio internacional precisa ser combinada commedidas de liberalização unilateral, uma estratégia de negociação de acordos comerciais emedidas de apoio ao investimentoexternodeempresasbrasileiras. Umpro- gramade reduçãodo “custoBrasil” focadonos fatores que oneram de forma especialmente intensa a produção no país e a exportação demanufaturas é essencial para que apolíticacomercial possaprover os resultados esperados. Por outro lado, verifica-se que a agenda denegociações comerciais do Brasil está estagnada, enquanto nosso país está marginalizado dos principais acordos de livre comércio. Essa agenda deveria receber a prioridade que lhe vem sendo negada nos últimos anos. Certamente, Embora faça parte dosBrics, oBrasil temuma agenda de negociações comerciais estagnada. Nosso país estámarginalizado dos principais acordos de livre comércio.Mas, ao contrário de outros, que têmdesafios militares e de segurança, somos umpaís pacífico e não ameaçado, cuja prioridade só pode ser amelhoria das condições de vida de nossa sociedade e de nossa economia OBrasil é opaís do futuro. Afrase dita por StefanZweig, em1940, continua válida.Opaís aindanão assumiu opapel de protagonistanomundo shutterstock

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