Capas .indd
R E V I S T A D A E S P M – MAIO / JUNHO DE 2006 Sum ário EXECUTIVO CONSELHO DE AMIGO ÀS EMPRESAS: OLHEM O PRÓPRIO RABO FRANCISCO GRACIOSO pág. 22 Ninguém ignora a luta que se trava todos os anos, entre as grandes empresas e as dezenas de milhares de candidatos aos cargos de trainees. Os aprovados são in- cluídos em programas bem estruturados de formação de executivos. No entanto, neste artigo o autor diz que nem mesmo os melhores programas têm o valor edu- cativo e formativo dos bons exemplos. O autor recomenda às empresas que apliquem elas próprias os critérios que utilizam na seleção de trainees, com ênfase especial na obtenção da unidade através da diversidade, que deve carac- terizar a empresa moderna; na missão da empresa que deve oferecer ao jovem uma causa digna de ser desposada; e na criação de uma estrutura funcional que estimule o debate franco e o livre trânsito de idéias. Como diz a citação de Ralph Emerson: “Tuas atitudes falam tão alto que não escuto o que dizes”. LIDERANÇA COMO FATOR COMPETITIVO FÁTIMA MOTTA pág. 28 Nos nossos tempos, liderar é um dos fatores responsáveis pela competitivi- dade das empresas. No artigo é possível refletir sobre quatro fatores que diferen- ciam os líderes preparados para nossa época globalizada, os que entendem a importância das pessoas e reconhecem seu verdadeiro papel como agente trans- formador, direcionador e participante do desenvolvimento humano. Como primeiro fator destaca-se a definição do foco, ou seja, a causa, algo que faça sentido para as pessoas que se predis- põem a segui-la, algo que emocione e motive. O segundo fator é o entusiasmo do líder. Acreditar e vibrar, ter certeza da importância do processo e do alcance dos resultados, são ingredientes que despertam na equipe a força para fazer da causa um desafio a ser alcançado, tomando-se como base os valores que sustentam a ação da liderança. O ter- ceiro fator é o desenvolvimento das pes- soas, fator gerador e impulsionador da sustentabilidade do negócio. O quarto e último fator é a comunicação, o que garante a efetividade dos três anteriores e possibilita a verdadeira ligação e com- prometimento da equipe. EDUCAÇÃO PARA A VIDA OU FORMAÇÃO PARA O TRABALHO? CÉLIA MARCONDES FERRAZ pág. 38 Formar indivíduos adequados para a vida em sociedade, conscientes do seu papel e dotados de um elevado nível de cons- ciência moral, além de conhecimentos específicos para o desenvolvimento de uma atividade profissional, é o objetivo maior das instituições de ensino. À luz desta necessidade, o artigo analisa a contribuição das empresas para a for- mação de pessoas ao longo do processo de desenvolvimento do capitalismo, desde os primórdios do treinamento até as universidades corporativas. Es- tabelece também um paralelo entre o esforço corporativo e a educação de profissionais para o trabalho proporcio- nado pelas instituições de ensino oficial público ou privado, ao longo do mesmo período, para concluir que a formação profissional voltada exclusivamente para o trabalho não pode atender à demanda maior da sociedade. GESTÃO DE PESSOAS COMO FATOR COMPETITIVO EDUARDO NAJJAR pág. 50 O discurso vem evoluindo com a prática. Ao longo das últimas décadas nas corporações, em todo o mundo, é visível a constatação da importância da atuação das pessoas no aumento do valor das empresas. Najjar demonstra, a partir de um histórico do movimento das relações humanas, que os movimen- tos organizacionais vêm se voltando à constatação desta realidade. Qual a taxa de responsabilidade de cada gestor, na valorização do tra- balho das pessoas em sua estrutura? E quanto essa estratégia agrega aos resultados das empresas? O artigo demonstra essa equação citando o estudo realizado pelo prof. Alexandre Gracioso, que demonstra de forma brilhante a participação da motivação das pessoas no aumento das margens líquidas e do lucro das empre- sas pesquisadas. 112 I A D A E S P M – JANEIR / F VEREIRO DE 2008
Made with FlippingBook
RkJQdWJsaXNoZXIy NDQ1MTcx